O livro se movimenta transversalmente: as palavras querem percorrer outras aberturas, chegar a outras bordas, reversíveis, não apenas nomear, não apenas dizer, testemunhar, contar história, muito menos se pôr na boca do leitor, enraizar-se aí como enunciado de um discurso definitivo e legitimador.


Um vermelho não é um vermelho
Nenhum nome onde morar
Vento, vigília
Outonos
A filosofia natural e experimental na Inglaterra do século XVIII
História de vocês 

