O livro se movimenta transversalmente: as palavras querem percorrer outras aberturas, chegar a outras bordas, reversíveis, não apenas nomear, não apenas dizer, testemunhar, contar história, muito menos se pôr na boca do leitor, enraizar-se aí como enunciado de um discurso definitivo e legitimador.


Como era fabuloso o meu francês!
1922
Todo abismo é navegável a barquinhos de papel
Poesia reunida
Nas frestas das fendas
Cara de cavalo 

