Imagens e emoções violentas compõem Poemas do front civil. Oscilando entre potência e impotência, Ariosto Teixeira uma agressividade desconcertante, um lirismo às avessas, que provoca ao expressar a consciência do sujeito contemporâneo que sobrevive na intimidação.


O médico e o barqueiro e outros contos
O tempo amansa / a gente
Pesquisa histórica e história do esporte
Pulvis
As amarras
Ciclopes e medusas
Beco da vida
Poesia reunida
Histórias do bom Deus
Dinossauro emancipado
Reversor
Estou viva
O lugar das palavras
Nenhum nome onde morar 

