Da fruta madura vêm muitos sabores: da infância remota, de paisagens exóticas, de silêncios que dizem muito. A poesia enxuta e concisa de Ana Agra nos leva longe – no tempo e no espaço –, acolhe os milagres do acaso, expõe medos e saudades e abre portas para novas percepções. Que seja romã esta fruta, em anagrama, já muito se diz dos ingredientes de que é feito este belo livro.14


Culturas e imaginários
Poesia reunida
O som dos anéis de Saturno
Caminhos para conhecer Dona Flor no cinquentenário da narrativa de Jorge Amado
Terapia de regressão
A duas mãos
Do lado do tempo
Dos artefatos e das margens
Ficção e travessias
Todo abismo é navegável a barquinhos de papel
O produtor como autor
Regra e exceção
Estrada do Excelsior
Assis de Francisco/Francisco de Assis
O mar que restou nos olhos
Nenhum nome onde morar 

