Após mais um dia de trabalho, ele faz o trajeto para casa ansioso por reencontrá-la, estar ao seu lado. Ela já o espera, parte absorta, parte distraída pelos pingos na janela. Frente a frente, os dois iniciam um jogo de sombra e luz, equilibrando o dito e o não dito, tentando compreender as intenções um do outro. Alternando entre uma corrente de pensamentos ora dele, ora dela, Sombreir é um mergulho profundo na subjetividade de cada um dos personagens e na intimidade do casal.


Tecnologias e modos de ser no contemporâneo
Pulvis
O morse desse corpo
Antologia poética
Numa nada dada situação
Da capo al fine
O mar que restou nos olhos
Sobre o corpo
Todo abismo é navegável a barquinhos de papel
A memória é uma boneca russa 

