A música e as artes plásticas estão presentes como referências infalíveis de som e imagem, mas aqui a palavra é a personagem principal. Com uma inventividade surpreendente, Sofia Betancor explora os meandros da língua em seus mais variados tons e idiomas, colorindo seus versos de um urgente e atualíssimo esperanto, numa composição delicada e bem tramada que desperta uma polifonia de múltiplos sentidos.


Interculturalizar, descolonizar, democratizar
Balaio
Antologia poética
Fausto tropical
Todo abismo é navegável a barquinhos de papel
O fim do Brasil
Pessoas em movimento
Didática
Crítica de poesia
Quando estava indo embora
Vento, vigília
Caminhos para conhecer Dona Flor no cinquentenário da narrativa de Jorge Amado
Poesia reunida
A queda
Trabalhos jurídicos
Durante
Inclusive, aliás
História de vocês
Para pensar
A gaia ciência de James Joyce
Pulvis
Era preciso um caminho
Cárcere privado
Nas frestas das fendas
A casa invisível
Poemas para morder a parede 

