No seu livro de estreia a poeta Luisa Müller nos apresenta um conjunto de escritos a partir de dobras afetivas. As palavras curvam-se diante do outro, ora um outro afeto poético da autora, ora a própria linguagem se curvando ao fazer uma declaração de amor e sair correndo. Segundo Tite de Lamare, “o caminho desenhado por A dobra do cotovelo em seu zigue-zague cósmico (e poético) nos traz a sensação de que a poesia está ali sempre à espreita como discussão, meio, possibilidade e fim”. A primeira obra de Luisa nos conduz para outra dobra do leitor afetivo: após a leitura de um poema, descobrir que amamos algo inesperado.


Culturas e imaginários
Poesia reunida
O som dos anéis de Saturno
Caminhos para conhecer Dona Flor no cinquentenário da narrativa de Jorge Amado
Terapia de regressão
A duas mãos
Do lado do tempo
Trabalhos jurídicos
Rita
O menor amor do mundo
Tramas epistêmicas e ambientais
Anatomia de uma perda
O assassinato da rosa
Até segunda ordem não me risque nada
A clínica contemporânea e o abismo do sentido
A era do sono
A outra história
Ficção e travessias
Ave, Rosa!
Da capo al fine
Quase música
Grito em praça vazia
Todo abismo é navegável a barquinhos de papel
O fim do Brasil 

