No seu livro de estreia a poeta Luisa Müller nos apresenta um conjunto de escritos a partir de dobras afetivas. As palavras curvam-se diante do outro, ora um outro afeto poético da autora, ora a própria linguagem se curvando ao fazer uma declaração de amor e sair correndo. Segundo Tite de Lamare, “o caminho desenhado por A dobra do cotovelo em seu zigue-zague cósmico (e poético) nos traz a sensação de que a poesia está ali sempre à espreita como discussão, meio, possibilidade e fim”. A primeira obra de Luisa nos conduz para outra dobra do leitor afetivo: após a leitura de um poema, descobrir que amamos algo inesperado.


Rotas de teatro
78
Antologia poética
O morse desse corpo
Se oriente
Contos estranhos
História do esporte
Realismo, realismos
Da capo al fine
Estrada do Excelsior
Histórias do bom Deus
Olhos de sal
Círculos ceifados
Numa nada dada situação
O que não cabe na boca 

