No seu livro de estreia a poeta Luisa Müller nos apresenta um conjunto de escritos a partir de dobras afetivas. As palavras curvam-se diante do outro, ora um outro afeto poético da autora, ora a própria linguagem se curvando ao fazer uma declaração de amor e sair correndo. Segundo Tite de Lamare, “o caminho desenhado por A dobra do cotovelo em seu zigue-zague cósmico (e poético) nos traz a sensação de que a poesia está ali sempre à espreita como discussão, meio, possibilidade e fim”. A primeira obra de Luisa nos conduz para outra dobra do leitor afetivo: após a leitura de um poema, descobrir que amamos algo inesperado.


Quase música
Cadernos de alguma poesia
Arroz e feijão, discos e livros
O que não cabe na boca
Sodoma
O produtor como autor
Max Martins em colóquio
O assassinato da rosa
Poesia reunida
A casa invisível
Sophia: singular plural
Caminhos para conhecer Dona Flor no cinquentenário da narrativa de Jorge Amado
O fim do Brasil
Corvos contra a noite
O menor amor do mundo
Estou viva
Grito em praça vazia
Pulvis
A clínica contemporânea e o abismo do sentido
Do poema nasce o poeta
Empurrar o chão 

