Em A mesa branca, Ana Teresa Jardim anula as conveções que regem os nossos relacionamentos e ensaia um passo novo a cada conto, falando com grande talento sobre a esperança de salvação e transformação em horas de violência; da civilidade e da possibilidade de se viver paralelamente à miséria: uma espécie de saudosismo a um tempo de delicadeza que nunca existiu.


Ciclopes e medusas
As amarras
Vera Ballroom
Esporte, cultura, nação, Estado
Placenta: estudos
Poesia reunida
Mozart em ritmo de samba
Grito em praça vazia
Terapia de regressão
Murmúrios 

