Nos versos de seu quarto livro, Pollyanna Furtado escreve “as inquietudes e incompletudes de um eu lírico questionador de sua posição de estar-no-mundo”, como descreve Tenório Telles. Esses conflitos são força motriz para a expressão de sua poesia e desaguam na amplidão de sua identidade, como vemos em seus versos ao mesmo tempo vulneráveis e destemidos.


Tradução, arquivos, políticas
Um golpe de flor azul
Tudo intacto até o próximo segundo
Grito em praça vazia
Linhagens performáticas na literatura brasileira contemporânea
Antologia poética
Um rojão atado à memória
O mar que restou nos olhos
Nunca seremos tão felizes como agora
A era do sono
Numa nada dada situação
Inverso
Ossos da palavra
O fim do Brasil
Nenhum nome onde morar
Da capo al fine
Palavras azuis acordam a madrugada
A educação do corpo nas escolas do Rio de Janeiro do século XIX
O som dos anéis de Saturno
A memória é uma boneca russa 
