Nos versos de seu quarto livro, Pollyanna Furtado escreve “as inquietudes e incompletudes de um eu lírico questionador de sua posição de estar-no-mundo”, como descreve Tenório Telles. Esses conflitos são força motriz para a expressão de sua poesia e desaguam na amplidão de sua identidade, como vemos em seus versos ao mesmo tempo vulneráveis e destemidos.


Quase música
Sweet dreams: o anão e o cachorro, o calmante e o formicida
A memória é uma boneca russa
O aprendiz do desejo
Pedaço de mim
Desarquivando o literário Vol. 2
O morse desse corpo 
