Nos versos de seu quarto livro, Pollyanna Furtado escreve “as inquietudes e incompletudes de um eu lírico questionador de sua posição de estar-no-mundo”, como descreve Tenório Telles. Esses conflitos são força motriz para a expressão de sua poesia e desaguam na amplidão de sua identidade, como vemos em seus versos ao mesmo tempo vulneráveis e destemidos.


Quase música
Estrada do Excelsior
Todo abismo é navegável a barquinhos de papel
Grito em praça vazia
Tradução, arquivos, políticas
O mapa da tribo
Antologia poética
Translinguismo e poéticas do contemporâneo
Cadernos de alguma poesia
Anthony Julius Naro e a linguística no Brasil
Numa nada dada situação 
