Nos instigantes microcontos de Marcelo Pagliosa, muito do que é dito está além das palavras, nas entrelinhas exploradas habilmente pelo autor. Como assinalado por Marcelino Freire, o leitor “vira cúmplice”, “parceiro autoral” da obra; quanto a esse estilo, completa: “o melhor dos contos curtos é o fim. Porque é aí que os contos começam. […] O que falta a gente inventa”.


Culturas e imaginários
Poesia reunida
O som dos anéis de Saturno
Caminhos para conhecer Dona Flor no cinquentenário da narrativa de Jorge Amado
Terapia de regressão
A duas mãos
Do lado do tempo
Trabalhos jurídicos
Rita
O menor amor do mundo
Tramas epistêmicas e ambientais
Anatomia de uma perda
O assassinato da rosa
Até segunda ordem não me risque nada
A clínica contemporânea e o abismo do sentido
A era do sono
A outra história 

