Nos instigantes microcontos de Marcelo Pagliosa, muito do que é dito está além das palavras, nas entrelinhas exploradas habilmente pelo autor. Como assinalado por Marcelino Freire, o leitor “vira cúmplice”, “parceiro autoral” da obra; quanto a esse estilo, completa: “o melhor dos contos curtos é o fim. Porque é aí que os contos começam. […] O que falta a gente inventa”.


O assassinato da rosa
Raízes partidas
Da capo al fine
Corpo sem órgãos
Todo abismo é navegável a barquinhos de papel
Sem firulas
Corvos contra a noite
Camilo Castelo Branco e Machado de Assis em diálogo
A casa invisível
Como impressionar sem fazer esforço
No limite da palavra
O fim do Brasil
Diálogos possíveis
A Criação Original
A cidade inexistente
Dois campos em (des)enlaces
Territórios socioambientais em construção na Amazônia brasileira
A paixão mortal de Paulo 

