Escrito em forma de diário, expondo os sentimentos que estão por trás de cada ato, de cada gesto, tentando decifrá-los apenas para si (para o leitor, cúmplice, neste caso), está é um daqueles livros que a gente não consegue largar. Como se pudéssemos olhar pelo buraco da fechadura, voyeurs involuntários, ou como se tivéssemos roubado algumas secretas páginas alheias para decifrar melhor o que se passa na intimidade de uma (ou outra) mulher, somos levados (ou trazidos) pela ficção de Vera Lins, em última instância, ao nosso próprio encontro.


Interculturalizar, descolonizar, democratizar
Balaio
Antologia poética
Fausto tropical
Todo abismo é navegável a barquinhos de papel
O fim do Brasil
Pessoas em movimento
Didática
Crítica de poesia
Quando estava indo embora
Vento, vigília
Caminhos para conhecer Dona Flor no cinquentenário da narrativa de Jorge Amado
Poesia reunida
A queda
Trabalhos jurídicos
Durante
Inclusive, aliás
História de vocês
Para pensar
A gaia ciência de James Joyce
Pulvis
Era preciso um caminho 

