É de amor que (não) se fala: armadilha, movimento em dupla ou espelho, tema poético por excelência – que Ana Kehl de Moraes não se furta a explorar. As várias línguas que dizem eu te amo podem ser também neologismo – o amor às vezes não se diz. O nenhum lugar pode ser aqui e agora, invenção lúdica de quem sabe brincar com as palavras, com o som, com o texto e o contexto. Porque o instante existe, alegre ou triste, como o verso que o explique.


Tartamudo
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