São pouquíssimas as referências sobre a participação de mulheres negras na música erudita brasileira ao longo da História. Partindo de uma pesquisa rigorosa, Sérgio Bittencourt-Sampaio analisa a carreira de duas intérpretes negras de raro sucesso nessa área tão elitista: Joaquina Maria da Conceição Lapa (Lapinha) e Camila Maria da Conceição. Essas duas precursoras, distanciadas por exatamente um século, foram mulheres de notável determinação e obtiveram amplo reconhecimento – um belo exemplo de como a presença feminina negra foi capaz de se impor, através do talento, em meio a uma sociedade escravagista e patriarcal, vencendo um duplo preconceito: o de cor e o de gênero.


Pulvis
Numa nada dada situação
Espiral: contos e vertigens
1922
Tartamudo
Burguesia e trabalho
Sobre o ódio
Até segunda ordem não me risque nada
Eu, Jeremias
O infinito não olha
Quase música
O baixo contínuo no Brasil 1751-1851
A memória é uma boneca russa
Ave, Rosa!
Escala Richter
Partidos e alianças políticas na "Moscouzinho do Brasil"
Da capo al fine
Encenações para uma novela russa
A herdeira [Washington Square]
Governo Vargas: questões regionais e relações interamericanas
A filosofia natural e experimental na Inglaterra do século XVIII
Caminhos para conhecer Dona Flor no cinquentenário da narrativa de Jorge Amado
Espaço, corpo e tempo
Fausto tropical
A voz na ópera 

