No seu livro de estreia a poeta Luisa Müller nos apresenta um conjunto de escritos a partir de dobras afetivas. As palavras curvam-se diante do outro, ora um outro afeto poético da autora, ora a própria linguagem se curvando ao fazer uma declaração de amor e sair correndo. Segundo Tite de Lamare, “o caminho desenhado por A dobra do cotovelo em seu zigue-zague cósmico (e poético) nos traz a sensação de que a poesia está ali sempre à espreita como discussão, meio, possibilidade e fim”. A primeira obra de Luisa nos conduz para outra dobra do leitor afetivo: após a leitura de um poema, descobrir que amamos algo inesperado.


Temas da sociologia contemporânea
Carona é uma coisa muito íntima
O caos preclaro
Poemas para morder a parede
Teatro dos 4
Numa nada dada situação
Cara de cavalo
Caminhos do hispanismo
Lições do Tempo
Corvos contra a noite
78
A gaia ciência de James Joyce
A paixão mortal de Paulo
O tempo amansa / a gente
Rita
Nenhum nome onde morar
A arte do teatro
Literatura de mulherzinha
Cinzas do século XX
A tradição viva em cena
O menor amor do mundo
Esporte e lazer na África
Vento, vigília 

