Nos versos de seu quarto livro, Pollyanna Furtado escreve “as inquietudes e incompletudes de um eu lírico questionador de sua posição de estar-no-mundo”, como descreve Tenório Telles. Esses conflitos são força motriz para a expressão de sua poesia e desaguam na amplidão de sua identidade, como vemos em seus versos ao mesmo tempo vulneráveis e destemidos.


Tradução, arquivos, políticas
Nada passou em branco
Nas frestas das fendas
Povoemas
Pulvis
Tchau, crachá
Mulheres de moto pelo mundo
Lux, o vira-lata
Bravos companheiros
O Cid (1636-1637)
Todo abismo é navegável a barquinhos de papel 
