São pouquíssimas as referências sobre a participação de mulheres negras na música erudita brasileira ao longo da História. Partindo de uma pesquisa rigorosa, Sérgio Bittencourt-Sampaio analisa a carreira de duas intérpretes negras de raro sucesso nessa área tão elitista: Joaquina Maria da Conceição Lapa (Lapinha) e Camila Maria da Conceição. Essas duas precursoras, distanciadas por exatamente um século, foram mulheres de notável determinação e obtiveram amplo reconhecimento – um belo exemplo de como a presença feminina negra foi capaz de se impor, através do talento, em meio a uma sociedade escravagista e patriarcal, vencendo um duplo preconceito: o de cor e o de gênero.


Entre pedaços e camadas
Histórias do bom Deus
Poesia reunida
Viver em rede
Rogério Duprat, arranjos de canção e a sonoplastia tropicalista
Como era fabuloso o meu francês!
Murmúrios
Lições do Tempo
Cinzas do século XX
Como não agradar as mulheres
IV Encontro Luso-Brasileiro de Museus Casas
O que faço é música
O tempo amansa / a gente
A sagração dos lobos
Bye bye Babel – 2a edição
Da capo al fine
Ciclopes e medusas
Corvos contra a noite
O mar que restou nos olhos
Todo abismo é navegável a barquinhos de papel 

