Os contos de Alexandre Arbex oferecem uma experiência inquietante de estranhamento e fascínio. A cada página virada, a realidade passa a se incorporar ao imaginário, fazendo supor a existência de uma outra ordem que nos é familiar ao mesmo tempo que se filia ao insólito, a lenta infiltração do mundo pragmático pelo elemento fantástico. Nas palavras de Sérgio Tavares, “o que se desprende do aspecto fora do comum dos temas exprime uma marca de originalidade afeita a interpretações históricas, políticas e filosóficas, para quase sempre desembocar na perplexidade metafísica e em investigações da condição humana. Alexandre Arbex trabalha com o mínimo de elementos formais de modo a articular uma prosa concisa e de fino apuro, que combina a estética dos relatos variados com um tratamento estilístico marcado pela ironia, pelo nonsense e pela percepção crítica”. Seu livro anterior, Da utilidade das coisas, foi finalista do Prêmio Jabuti em 2018. Esta nova obra apresenta mais uma série de contos extraordinários que incluem, em seu processo de concepção, representações do mito, alegorias, fatos históricos e exercícios de intertextualidade, mostrando um autor no auge de sua criatividade e poder de escrita.


Estética em perspectiva
As fronteiras da estética
O tesouro de Sierra Madre
Qual é mesmo o caminho de Swann
Olhos de morcego
A duas mãos
Territórios socioambientais em construção na Amazônia brasileira
Carnaval, ritual e arte
Literatura de mulherzinha
Forma privilegiada
As copas do mundo no Brasil
A educação do corpo nas escolas do Rio de Janeiro do século XIX
História do esporte
Cidade expandida
Instantâneos de Rui
IV Encontro Luso-Brasileiro de Museus Casas
Pessoas em movimento
Rui Barbosa: cronologia da vida e da obra
A voz do direito
"Theodorico, o imperador do sertão" visto por
"Volta Redonda, memorial da greve" visto por
"Um dia na vida" visto por
"Moscou" visto por
"Babilônia 2000" visto por
"A família de Elizabeth Teixeira + Sobreviventes de Galileia" visto por
Poemas selecionados
Antologia poética
Novela
O ateliê voador e Vocês que habitam o tempo
O Cid (1636-1637)
Moema em três movimentos
A mulher ideal
Entre música e filosofia
Amor e pedagogia
A vida fantástica
Sexuação sintoma nominação
Lama, pele
Glosa
A saga do feminino na mulher
O triunfo do Real
Lila e a luz de Vermeer
Horror e repúdio ao feminino
O escritor e seus múltiplos
Dicionário dos geógrafos brasileiros vol. 4
Peixe cego
Construindo o conceito de identidade nacional
Ocupar: resistências kilombolas
Casa, corpo, terra, violência
À beira da cidade
Era uma vez o futebol
As aventuras de Gewissen
Através do reflexo
Giselle: a espiã nua que abalou Paris
Dias de muito, semana de nada
Ato para desembrulhar o vício
Celebrando a pátria amada
O Brasil tem asas
Notas sobre humor
Sonetos sentimentais pra violão e orquestra
Engano geográfico (dois poemas franceses)
Toda família tem uma
Mil versos, mil canções
Estou viva
Grito em praça vazia
Carta ao [meu] pai - 2a edição
Cartas do amor sem juízo
Saturno translada
José Saramago leitor de Montaigne
Teoria do fim da arte
Leitura e formação do leitor
Trabalhos jurídicos
Da revolução do stand-up à TV Pirata
O gosto amargo dos metais 

